O Governo de Alagoas lançou, nesta quarta-feira (26), o primeiro Núcleo de Integridade da Informação do Brasil, uma iniciativa pioneira destinada a combater a desinformação e promover a educação midiática em diversas áreas da sociedade. citeturn0search0
O lançamento ocorreu durante o Colégio de Dirigentes das Escolas Judiciárias Eleitorais (Codeje), realizado no hotel Ritz Lagoa da Anta, onde foi apresentado o Observatório da Desinformação. Este projeto é coordenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Eleitoral (MPE), Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), com apoio do Governo do Estado. citeturn0search0
Representando o governo estadual, o secretário de Estado da Comunicação, Wendel Palhares, destacou a importância da iniciativa como um marco na luta contra os danos provocados por notícias falsas em áreas sensíveis. Ele explicou que o Núcleo de Integridade da Informação atuará de forma transversal, com subnúcleos focados em temas como saúde e consciência, clima e meio ambiente, justiça e segurança pública, e direitos humanos. O objetivo é fornecer ferramentas que auxiliem a sociedade a verificar a veracidade das informações e promover a educação midiática, protegendo os cidadãos dos prejuízos reais causados pela desinformação. citeturn0search0
Palhares ressaltou a necessidade urgente de estruturar políticas públicas que combatam a circulação de informações falsas, as quais têm afetado diretamente escolhas individuais e coletivas, impactando áreas como saúde, democracia e reputação das pessoas. Ele mencionou os efeitos nocivos das fake news durante a pandemia de COVID-19, quando conteúdos enganosos sobre vacinas e tratamentos colocaram vidas em risco. “Não podemos aceitar que mentiras levem famílias a não vacinar seus filhos, como vimos acontecer”, afirmou o secretário. citeturn0search0
Além das ações de apoio e articulação institucional, o Núcleo contará com uma estrutura robusta de formação e pesquisa, em parceria com universidades públicas como a Ufal, Universidade Federal da Bahia, Universidade de Brasília e Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de contar com o suporte de ministérios e outras instituições públicas. O secretário enfatizou que o Núcleo não será apenas um espaço de reflexão, mas também de ação prática, com atividades de formação, campanhas educativas e desenvolvimento de mecanismos de defesa da democracia e combate à desinformação.