Pontos estão localizados em Maceió, Marechal Deodoro e Coqueiro Seco; levantamento avaliou oito trechos no estado
Um levantamento de balneabilidade realizado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) identificou três pontos impróprios para banho em rios e lagunas do estado. As áreas estão localizadas nos municípios de Maceió, Marechal Deodoro e Coqueiro Seco.
As amostras foram coletadas na terça-feira (8) e os resultados divulgados pelo órgão na sexta-feira (11). Ao todo, oito trechos foram analisados, sendo cinco classificados como próprios para banho.
Em Maceió, o ponto considerado impróprio está localizado na Laguna Mundaú, no Pontal da Barra, na área da Orla Lagunar próxima ao Restaurante Maré.
Em Marechal Deodoro, a restrição foi registrada na Laguna Manguaba, na Orla Lagunar do Centro Histórico, nas proximidades do Bar do Lourinho. Outros dois trechos monitorados no município apresentaram condições adequadas: um na Massagueira, próximo ao Bar do Pato, e outro em Barra Nova, no trecho revitalizado da orla entre o Píer 08 e o Bar da Jana.
Já em Coqueiro Seco, o ponto classificado como impróprio fica na Laguna Mundaú, em frente à Prefeitura. No município, os trechos avaliados em Cadoz, próximo ao Bar do Renaldo, e no Rio dos Remédios, nas imediações da ponte, foram considerados próprios.
A análise também apontou condições adequadas na Laguna de Roteiro, no trecho localizado em frente ao Restaurante Chácaras Beach Club.
Pontos classificados como impróprios
- Maceió: Laguna Mundaú, no Pontal da Barra, próximo ao Restaurante Maré;
- Marechal Deodoro: Laguna Manguaba, na Orla Lagunar do Centro Histórico, próximo ao Bar do Lourinho;
- Coqueiro Seco: Laguna Mundaú, em frente à Prefeitura.
Orientação aos banhistas
De acordo com o IMA, a classificação segue os critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
O órgão recomenda que a população evite o contato com a água por até 24 horas após a ocorrência de chuvas, especialmente em pontos próximos a rios, canais e córregos que possam receber efluentes. Nesses períodos, há maior possibilidade de contaminação da água por material de origem fecal.
O IMA também orienta que a água dos locais de banho não seja ingerida, principalmente por crianças, e que os banhistas evitem áreas diretamente influenciadas pelo fluxo de canais e córregos.

